segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Natal 2009






Nossa fiquei o dia inteiro fazendo os preparativos. No final ficou tudo bom mais o cansaço era visivel...kkkkkk

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Salada de Batata Palha
Chester Assado
Arroz Branco
Bacalhau em Camadas ao forno
Mix de Azeitonas Pretas e Verde com recheio de Queijo Prato com Alho Desidratado
Perolas de Salame com Recheio de Queijo Mussarela
Cascata de Camarão Empanado com Molho Rosé
Rabanadas
Panetone
Pudim de Leite
Mousse de Maracujá
Frutas Secas
Frutas Frescas

Feliz Natal!!!!!


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Automático - Uma necessidade agora ao alcance de todos.

Eu estou louca para adquirir o meu já vi vários modelos gente tem muitas opções. O meu ultimo instrutor falou que daqui a 05 anos mais ou menos teremos quase todos os modelos disponível no mercado com apenas 05 mil a mais pode? Entra nos sites e confira. As autos escolas vão aderir também pena que já passei pelo sufoco do carro mecanico ahhhhhhh!!!!!!! Assim o detran não tira pontos para quem deixa o carro desligar (morrer) né.

  • Fox
  • Polo
  • Peugeot
  • Honda entre outros............

Automático - Uma necessidade agora ao alcance de todos.







sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

NÃOOOOOO

Pessoal,


Estou aprendendo a dizer não deixei esse texto abaixo pois considerei MARAVILHOSO, tem tudo haver com o meu momento acho que não vou ter uma postura igual ao do fuinha mas que muita coisa vai mudar isso com certeza. Me aguardem!!!!!


bjs,

um bom final de semana,

NÃOOOOOOOOOOOOOOO


O GRANDE NÃO
Ter firmeza de atitude e saber negar é uma arte que pode transformar sua vida. Descubra por que é legal não ser legal o tempo inteiro
texto Liane Alves ilustrações Guazzelli
O grande medoSer legal não é legalGentileza e medoA força do treinoE como sair dessa?Aventuras e oportunidades
Não, não e não! "Grandes temas"Edições Anteriores Edição Dez 2008
Fuinha era um moço bonzinho – os nomes dos boas-praças quase sempre passam para o diminutivo. Ele poderia ser descrito como um amor de pessoa. Dava carona para quem precisasse, agüentava as brincadeiras dos jornalistas veteranos, aceitava fazer as piores matérias sem reclamar e envergonhava-se calado diante da gozação geral em cima do seu apelido. Um dia, Fuinha foi tomado por um acesso de raiva em plena redação. Roxo como uma beterraba, meteu o pé na mesa do redator-chefe e começou a gritar com todo mundo: “Não quero que me chamem mais de Fuinha! Eu tenho nome e sobrenome. Não sou uma coisa que pode ser chutada de lá para cá. Chega, cheeeega!” Enquanto esbravejava, arremessava no chão revistas e jornais que estavam em cima das mesas. Um espetáculo. Todo mundo o olhava de boca aberta como um maluco em potencial. Menos eu. Já tinha tido reação semelhante em um hospital público depois de ir quatro vezes lá para marcar um exame. Era a fúria diante do desrespeito contínuo. E também pela própria incapacidade de recusar uma situação espinhosa desde o princípio e de ter dito não no momento justo e preciso.
É bem provável que você já tenha visto o Fuinha na televisão. Mas hoje ele só atende por seu extenso nome completo e é um dos melhores repórteres da TV – poucas pessoas sabem que ele já teve um apelido tão bobo. O que essa história mostra é que todo bonzinho tem seu dia de basta. Seu dia de não, não quero, não, não gosto, não, não suporto mais ser “legal”. Mas o ideal é que a situação não chegue a esse ponto crítico e que, pouco a pouco, o ato de se negar tome seu lugar necessário na vida. Só resta saber como.
O medo da rejeição é crucial na vida e está sempre a nos rondar, como um fantasma
O grande medo
Todo mundo tem medo de dizer não. Mas algumas pessoas têm mais medo que as outras. Principalmente as que apostam as fichas num mundo mais gentil, em formas mais conciliadoras e pacíficas no caso de disputas. Para essas pessoas, o não parece conter uma agressividade intolerável, uma palavra que aponta para um caminho sem volta em direção ao confronto. No geral, elas têm pouca habilidade para respostas rápidas ou facilidade em sustentar posições contra o fogo cerrado de um inimigo mais dinâmico. Então, para elas fica mais fácil morrer por dentro e dizer sim.
Mas por que será que temos tanto medo do conflito que pode ser causado pelo não? A psicóloga paulista Corinna Shabbel fez mestrado e doutorado para responder a essa pergunta. Sua especialidade é ser mediadora de conflitos diante da diferença de opiniões. No fundo, seu trabalho é administrar com razoável sucesso o não de cada um. Dá cursos e palestras sobre o assunto e instrumentaliza pessoas físicas e funcionários de empresas para enfrentar e superar suas dificuldades.
E a primeira declaração de Corinna é preciosa: quase todas as pessoas que estão prestes a dizer não fantasiam uma série de reações negativas por parte do outro. Isto é, a pessoa teme que ele fique bravo, agressivo ou, então, magoado, triste e ofendido. “Esse olhar negativo sobre as conseqüências do não tira a força e o peso da recusa. Esses fantasmas geralmente não passam da mais pura imaginação. Se a gente diz um não limpo, coerente com nossos sentimentos, e o dizemos com clareza, é bem provável que o outro acate sem conflitos ou ofensas”, diz. A psicóloga aconselha, portanto, a refletir bastante sobre nossos fantasmas e fantasias, conhecê-los de perto e tentar identificar quando eles estão se aproximando para turvar a realidade.
Pois o medo da rejeição é crucial e está sempre a nos rondar, como um fantasma. Claro, imaginamos perder o outro por causa de uma negação. “Isso acontece porque não conseguimos fazer as pazes com o não, fortalecê-lo, saber que ele é necessário na vida e que sem ele não se pode viver. Para nós, ele não é natural – por isso o medo superdimensionado do efeito que ele pode causar no outro”, diz Corinna Shabbel.
O fantasma da gerente administrativa Irene Matsunaga era o peso ancestral de toda uma cultura, a japonesa, que dá especial ênfase ao obedecer sem questionar. “Meus pais sempre me ensinaram a dizer sim. Como um cachorrinho, ganhava uma prêmio toda vez que acontecia isso: um passeio, um docinho, um agrado.” Irene era cada vez mais amada e aprovada em face de sua aceitação e submissão. “Quando comecei a trabalhar, vi que tinha medo de perder a aprovação dos outros diante do meu não. E no ambiente profissional você precisa se impor, dar limites. A educação que tive ainda me acompanha, mas fui aprendendo que nem sempre a negação inclui uma total desaprovação por parte do outro, um rompimento.” Viu que as pessoas podem não gostar muito de ouvir uma negação, mas que depois aceitam – e tudo bem. Principalmente, é claro, se ela tiver razão.
Ser legal não é legal
Para os psicoterapeutas americanos Jo Ellen Gryzb e Robin Chandler, autores do livro The Nice Factor – The Art of Saying No (numa tradução livre, “O fator gentileza – A Arte de Dizer Não”, sem edição brasileira), a dificuldade para negar surge porque, no fundo, achamos errado não ser legal. O inesperado livro vai na contracorrente da auto-ajuda, porque não ensina a melhorar a si mesmo, mas a “piorar” e, assim, ser mais verdadeiro. Basicamente, dá o passo-a-passo de como abdicar de ser o boa-praça de plantão, sempre solícito, presente e gentil, para transformá-lo em alguém mais consciente de si mesmo e dos outros, inclusive dos seus abusos. Os dois decidiram escrever o livro quando se encontraram numa segunda-feira de manhã e descobrivida ram que Jo Ellen havia passado uma noite em claro por não saber como expulsar hóspedes indesejáveis de casa e Robin, exausto por bancar o cicerone de parentes que visitavam a família. Antes de expressar o que pensavam, eram tidos como gente muito, muito legal.
Além do risco de não nos deixar mais ser vistos como “legais”, o não também implica outros perigos. É quando as perdas podem ser reais e não apenas imaginárias. “Nessa circunstância, podemos optar por um sim, mas com limites. Posso aceitar algo, mas só por um período curto de tempo, por exemplo. É um sim condicional”, afirma Corinna. Adorei o sim com limites. Tanto que vários dos meus sins daquele momento em diante já vinham com um limite dentro. Acho que fiquei meio chata por um período com meus amigos, mas foi uma bela transição em direção ao não.
Mas também podemos assumir os riscos. “Sabia que podia perder o emprego ao dizer que não ia mais permanecer no trabalho por dez, 12 horas, sem qualquer tipo de hora extra. Não fui imprudente, vi que teria outras oportunidades se tivesse a coragem de mudar de emprego. Disse o não e esperei a demissão, que aconteceu”, diz a comerciária paulista Núncia Alves Ribeiro. Hoje Núncia abriu sua loja de lingerie, está satisfeita, trabalha muito – mas ganha mais. Mesmo que o fim da história não fosse tão feliz, a vida é feita de perdas e ganhos, e geralmente aprendemos mais com as perdas. Elas têm lá suas vantagens.
Mas onde buscar a força necessária para esse não puro e simples, que não teme riscos?
Essa é uma outra etapa.
Gentileza e medo
Todo limite precisa de uma potência, de uma força para ser exercido. Um não fraco, frouxo, sem energia, seja na voz, seja na emoção, não dá resultado. E onde podemos encontrar esse vigor? Vamos voltar lá para o comecinho de nossa existência. Já nos primeiros dias de vida, uma inteligência instintiva se dava conta de que nascemos inteiramente dependentes. Levamos anos e anos sendo alimentados, cuidados e educados até alcançar um pouco de autonomia. Portanto, lá no fundo de nossa mente há uma luz de néon que pisca com os dizeres “sou incapaz de sobreviver sozinho”. “Dependo de alguém, e se perder esse vínculo que me mantém vivo – no caso, minha mãe – posso morrer.” Para continuarmos com esse vínculo, somos capazes de fazer tudo. Inclusive sempre dizer sim e obedecer, se for necessário.
“Manter vínculos é a mais fundamental estratégia de sobrevivência do começo da vida”, diz Denise Passos, terapeuta somática e pesquisadora do Laboratório do Pensamento Formativo, que segue a linha do psicólogo Stanley Keleman. De acordo com essa linha da psicologia (que analisa o poder de várias influências em nossas respostas comportamentais), temos dificuldade em dizer não porque morremos de pavor de perder nossos vínculos e ter nossa sobrevivência ameaçada. É um medo inconsciente e ancestral. Uma criança que tem pais agressivos, por exemplo, e que por temperamento é mais doce, aprende rapidamente que pode ser mais protegida ou aceita quando é boazinha. E ser boazinha e prematuramente madura é uma estratégia eficaz de sobrevivência. “O problema não é ser doce e gentil, o problema é só agir assim, como se não houvesse outra possibilidade diante das situações”, diz Denise.
Um dia crescemos, nos tornamos seres autônomos e não mais tão dependentes dos vínculos. Mas a frase de néon pode continuar a piscar no cérebro: somos fracos, dependentes, e precisamos ceder para sobreviver. Como o patinho feio que virou cisne, não percebemos que nos tornamos fortes e adultos. E que não dependemos tanto dos vínculos, a ponto de aceitar e cultivar até aqueles que podem nos causar muita dor e sofrimento na vida.
A força do treino
Para Stanley Keleman, temos três heranças: a biológica, a genética e a cultural. A biológica revela que o ser humano tem a agressividade dentro de si. A genética dá forma a essa agressividade, que depende do nosso temperamento. Portanto, ela a individualiza: podemos ser mais assertivos, ou mais passivos e obedientes, por natureza. A terceira vertente, social e cultural, vai condicionar mais ainda a maneira de expressá-la. Uma pessoa que diz sim quando queria dizer não vai chegar a um ponto em que seu cérebro emocional (o sistema límbico) e o racional (o córtex cerebral) vão entrar em colapso.Vai responder com fúria, com seu cérebro instintivo (reptiliano) ligado à agressividade.
E como sair dessa?
Treinando pequenos nãos, só para sentir nossa força, em situações menos importantes. E, como numa ginástica, torná-lo forte e resistente. “É preciso um corpo mais tônico, uma emoção mais clara, um raciocínio mais eficaz”, diz Denise. Aprender que crescemos, que não somos mais crianças e que não precisamos nos sentir ameaçados como elas é um bom começo. Perceber que assumir a força, o próprio poder, não significa ser agressivo.
Aventuras e oportunidades
O não pode não ser necessariamente negativo. Já pensou nisso? Na verdade, ele pode se revelar como um portão escancarado para um mundo de aventuras e bem-aventuranças. Ele pode ser, ao contrário, imensamente positivo, pois significa uma recusa ao que é proposto, seja por uma pessoa, seja por uma circunstância, e uma abertura a novas situações. Nas culturas tribais, como a dos índios norteamericanos, o não faz parte do vocabulário de um guerreiro, pois é capaz de expressar, tanto quanto o sim, o que seu coração diz. Segundo o mitólogo Joseph Campbell, nas culturas indígenas os mitos geralmente se apresentam com dois motivos principais: ou a bela moça se recusa a casar com seus pretendentes, dizendo não, não e não a cada um que aparece, ou o guerreiro infringe um limite. Se, por exemplo, a região ao norte é a proibida pela tribo pelos mais variados motivos, sem dúvida é para lá, contrariando tudo e todos, que ele se dirige. Sua aventura começa ao se negar a aceitar o não dos outros.
A cada recusa de pretendentes ou ultrapassagem de um limite, você se coloca num nível mais alto, de perigo maior. A questão é: você está preparado para esse desafio? “A aventura vai ser a recompensa, mas ela é necessariamente perigosa, incluindo possibilidades, tanto positivas quanto negativas, umas e outras fora de controle”, afirma Campbell. Afinal, se você for imprudente demais, pode perder a vida.
Mas há uma grande vantagem nessa escolha. “Estaremos seguindo nosso próprio caminho e não mais o caminho do papai e da mamãe. Com isso estamos sem proteção, num campo de poderes superiores aos que conhecemos”, diz Campbell. É para isso que as histórias e os mitos existem. De certa forma, eles nos preparam para o que há de vir depois da recusa. Isto é, o não abre portas para riscos, mudança, conflitos, aventuras e realidades diferentes. O mestre tibetano Chögyam Trungpa falava desse não visceral como o “BIG NO”, o grande não, aquele que é capaz de transformar vidas e destinos. É por isso, também, que o tememos. Mas a mitologia insiste que o caminho do coração é protegido por forças que não conhecemos, que não é preciso temer demais e que nele desenvolveremos novas habilidades e valores. Uma coisa é certa: depois desse não frontal diante da realidade, nada do que foi será do mesmo do jeito que já foi um dia.


Fizemos uma seleção de dicas a partir de livros que falam sobre a melhor maneira de sustentar uma negação. Aqui estão alguns dos conselhos básicos:

. Ser muito legal pode não ser legal. Experimente ser egoísta de vez em quando.
. Se discordar, discorde logo de cara, no começo da conversa
. O não precisa ter força. Boa alimentação, exercícios vocais e vitalidade auxiliam.
. Se não tiver certeza do seu sim, enrole. Ou peça tempo para pensar.
. Não sorria quando estiver aponto de explodir. Aprenda a fechar a cara.
. Mude de opinião quantas vezes quiser.
. Diga como se sente e não acuse o outro, colocando-o na defensiva.
. Não abra muito espaço para contra-argumentos. Reafirme o seu não.
. A negação precisa ser firme. Mas não precisa ser agressiva
. Imagine sempre que tudo vai dar certo. Costuma funcionar.
LIVROS
O Livro do Não, Susan Newman, Cultrix


http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/073/grandes_temas/conteudo_399780.shtml

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Motivação

"Dinheiro é um negócio curioso. Quem não tem está louco para ter, e quem tem está cheio de problemas por causa dele." (Ayrton Senna)

Motivação

"Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si mesmo." (Ayrton Senna)

Motivação

"Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá." Ayrton Senna

Motivação

"No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem-feita ou não faz." (Ayrton Senna)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Frase para 2010 e para os Anos Seguintes

SABER O QUE SE QUER.
SONHAR MUITO COM ISSO.
E AGIR TODOS OS DIAS PARA ATINGIR ESTE OBJETIVO.
É O SEGREDO PARA CHEGAR LÁ!

Hambúrguer de quinua





Parece muito light coisa de vegetariano mais o cheiro e um espetaculo!!!!! Não lembro de que site tirei essa receita. Quem souber me fale para eu colocar a fonte e dar os créditos devidos.



Hambúrguer de quinua

120 g de posta de salmão
20 g de quinua cozida
(em água até cobrir
por 15 a 20 minutos)
1 colher (sopa)
de cebola picada
1 gema de ovo
3 fatias finas de berinjela
3 fatias finas de abobrinha
4 folhas de
rúcula para decorar
sal a gosto
azeite para grelhar,
o quanto baste

Legumes grelhe as fatias de berinjela na frigideira antiaderente. Faça o mesmo com as fatias de abobrinha e reserve.

Hambúrguer grelhe o salmão em frigideira com um fio de azeite e, em seguida, desfie-o bem com as mãos. Numa vasilha, misture a quinua cozida, a cebola, a gema de ovo e o salmão desfiado, até formar uma massa homogênea. Molde dois hambúrgueres com a mistura de salmão. Grelhe cada hambúrguer, separadamente, numa chapa ou frigideira antiaderente com 1 fio de azeite, até ficar dourado dos dois lados. Reserve.

Para servir em um prato, coloque duas unidades de hambúrguer, decorando com os legumes grelhados e as folhas de rúcula temperadas a gosto. Sirva imediatamente.

Dica da chef se preferir, faça hambúrgueres menores e sirva-os como aperitivo

Rendimento 1 porção

Preparo 25 minutos

Execução fácil

Eu queroooooo






Gente depois que cheguei em casa e vi que estava segura. Tomei aquele banho e fui dormi aquele sonho pesado de sempre....kkkkk nem vi a hora que voltou só acordei no outro dia mesmo com o calor que estava. Que sono é esse hein!!!!!!...kkkkkkkkk


Fonte: http://www.objetosdedesejo.com/2009/camiseta-apagao-2009-eu-twittei/

Eu quero que chegue logo esse dia.


The Future of Shopping
terça-feira, 1 de dezembro de 2009 : 19:36 pm
Será que demora muito pra gente conseguir fazer compras assim?

Vi no blog a Tatê e deu uma vontade de sair pra comprar roupas e afins como se não houvesse amanhã …. ainda mais eu, que tenho uma preguiça danada de experimentar ….


Fonte: http://www.objetosdedesejo.com/2009/the-future-of-shopping/

Xícara decorada com Cerâmica Plástica




Xícara decorada com Cerâmica Plástica
Técnica: Mosaico

Material Necessário:

- vidro ou lajota lisa para servir de base para o trabalho;
- lâmina ou estilete;
- rolo de plástico;
- luva cirúrgica;
- pano e álcool para limpeza;
- 1/4 de tablete de cerâmica plástica branca;
- 1/4 de tablete de cerâmica plástica bege;
- 1/4 de tablete de cerâmica plástica azul turquesa;
- 1/2 de tablete de cerâmica plástica marrom;
- cola de dois componentes;
- xícara com pires de porcelana.



Modo de fazer:

- Amacie as massas separadamente, começando pelas mais claras e deixe em formato de rolinhos;
- Pegue a massa marrom e abra uma tira com aproximadamete 1 mm. de espessura;
- Encape os três rolinhos com a massa marrom e reserve;
- Alongue os três rolinhos encapados, usando o método "aperta e gira". Cuidado para não torcer o rolinho. Deixe com aproximadamente 8 cm. de comprimento;

Rosapet
Aug 14, 2009 9:44 PM - Corte os três rolinhos no meio, deixando-os com aproximadamente 4 cm. de comprimento;
- Com os caos, monte um tipo de triângulo, tomando cuidado para deixar as cores iguais distantes;
- Agora vamos começar a cortar o cano. Faça um corte na transversal e pegue a metade cortada e encaixe na parte de trás, deixando formato parecido com um triângulo;
- Coloque uma camada de massa marrom o lugar onde foi feito o corte e corte novamente na transversal;
- Novamete coloque a parte cortada do outro lado e coloque uma camada de massa prata na parte cortada. Esse processo faz com que a massa marrom fique entre as cores e sirva como cor de fundo;
- Agora o "cano" vai ficar com formato indefinido, parecido com um retângulo e faça cortes sempre tentando cortar os rolinhos que ainda estão inteiros. Repita esse processo até que os rolinhos tenham mais ou menos 3 ou 4 cortes;
Agora dê um formato redondo no cano e alongue, novamente usando o método do "aperta e gira";
- Para tirar as marcas dos dedos, alise o cano sobre a área de trabalho, usando a palma da mão. Deixe o cano com aproximadamente 14 cm de comprimento e corte ao meio;
- Alongue novamente as metades, deixando-as com 14 cm de comprimeto e corte novamente ao meio;
- Alongue novamente as metades, deixando-as com 14 cm de comprimeto e corte novamente ao meio;
- Agora junte os 4 canos em formato de quadrado e junte, alongando o cano;
- Agora é só deixar o cano com o formato e diâmetro que quiser.
O desenho está pronto, corte fatias bem finas e aplique na peça. Tudo que você aplicar, tem que ser colado. Prepare a cola, passe no lugar onde for fixar as fatias, com uma camada bem fininha de cola. Aplique e leve ao forno.


Modo de queima:

- Coloque a peça dentro de uma assadeira forrada de papel manteiga;
- Leve a assadeira para o forno e ligue o forno no mínimo;
- deixe por 10 minutos.
quando der os 10 minutos, abra a porta do forno sem mexer na temperatura e deixe por mais 30 minutos.
- quando der o tempo, desligue o forno e deixe a peça esfriar lá dentro, pois a louça não estoura, porque não sofre choque térmico.
- caso goste de brilho, depois de fria a peça, aplique verniz específico para cerâmica plástica.
-Bene Tealdi / artesã
(11) 9386-0234 / www.benetealdi.com.br
Bem Tealdi / artes (11) 9386-0234 / www.benetealdi.com.br

Almofada Borboleta de Tecido







Fonte: http://picasaweb.google.com/rosagrosa/ALMOFADABORBOLETADETECIDO#5327573381584153682

Sabão Ecológico


Amigas,

Veja que dica boa sabão ecológico vamos pensar no futuro das nossas crianças.

bjs,



Sabão Ecológico
Ingredientes:

4 litros de óleo de cozinha usado ou sobras de gorduras de assados;
3 litros de água fria;
1 kilo de soda cáustica de boa qualidade 96% ou 99%;
8 embalagens de leite longa vida lavadas e abertas nas laterais (forma);
1 cabo de vassoura para mexer;
Luvas;
Balde plástico grande.
Modo de fazer:

Coloque a água no balde, acrescente a soda e mexa bem até diluir, Obs: a água em contato com a soda vai ficar bem quente devido à reação química.
Adicione o óleo aos poucos mexendo sem parar por 10 minutos.
Despeje o sabão nas formas (embalagem longa vida).
Deixe descansar por 12 horas.
Desmolde o sabão sempre usando luvas e corte em quatro partes.
Obs: tempo de cura do sabão 10 dias para o uso.

Manter a sombra em lugar ventilado e seco.

Custo da receita: R$ 10,00

Rendimento: 32 barras de sabão

Fonte: http://picasaweb.google.com/rosagrosa/SABAOCASEIRO#5369976015822016258

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

video

Árvore de Natal

O vídeo ficou tosco mais da para se ter uma idéia de como ficou a finalização. Estou tentando postar espero conseguir.

bjs,

Árvore de Natal - Finalizada


Nunca fui boa em fotografia...kkk mas dar para ter uma idéia do resultado final.